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sexta-feira, 31 de outubro de 2008

A individualidade na BUSCA do OPOSTO...



Por que as pessoas acabam se envolvendo
com o mesmo perfil do parceiro anterior?
Por exemplo, um parceiro violento ou irresponsável.
Porque a idéia de fusão,
embutida no amor romântico,
ainda prevalece na escolha do parceiro.
Para se sentir completa,
a pessoa busca um oposto.
Muitos casamentos entre opostos,
com a idéia de fusão,
ainda vão acontecer antes que as pessoas
se dêem conta de que não dá mais
para insistir nesse tipo de relacionamento.
A necessidade de independência
vem desde cedo no ser humano.
Só que mudaram as prioridades.
Antes, o amor ganhava da individualidade
porque não havia o que fazer com ela.
Não tinha televisão, meio de transporte.
Hoje temos 100 canais de TV
que facilitam os momentos de lazer
e o Ipod para ouvir música sozinho.
Ou seja,
a individualidade é um bem precioso,
que ninguém quer (nem deve) abrir mão.
Flavio Gikovate

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

O novo conceito de AMOR...


As relações afetivas estão passando por profundas transformações
e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos,
na qual exista individualidade,
respeito, alegria
e prazer de estar junto,
e não mais uma dependência,
em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
Quando há qualidade,
as chances de o relacionamento durar são bem maiores.
O amor romântico
- ciumento, opressivo e sufocante -
não tem mais chances de dar certo porque
é incompatível
com o desejo crescente do individualismo.
Aos poucos, as pessoas estão reconhecendo quão imaturo
e desgastante é o amor tradicional
que conhecemos.
No mundo moderno,
em que há muita atividade individual
e interesses individuais,
o amor como remédio não funciona
porque ele é possessivo
e exclui a liberdade.
Isso ninguém tem suportado mais.
Esse amor vai ter de ser substituído
por outra qualidade de relação
- algo mais parecido com a amizade,
porque é aproximação de duas unidades,
não a fusão de duas metades.

Flavio Gikovate

quinta-feira, 24 de julho de 2008

afinidade...


Afinidade, é algo que nasce da alma,
junto com a família e que sempre acalma...
Afinidade, é um elo invisível que une os irmãos,
aquele algo a mais,
que é maior do que uma simples amizade,
e até maior do que amor...
Aliás, são as afinidades que vão
determinar a durabilidade dos nossos amores...
Através da magia dessa afinidade,
sentimos a ternura,
que satisfaz a nossa necessidade
de aceitação sem barreiras,
sempre aquecendo nosso coração.
Sentimos afinidade,
quando sentimos facilidade
em manter a comunicação,
com as pessoas de coração...
Essa afinidade é um sentir sem se dar conta...
É algo sempre presente, leal e sutil...
Uma comunicação, sem códigos de qualquer natureza,
sem igual...

Em corações irmãos, amigos e afíns...
rachel