quarta-feira, 10 de setembro de 2008

La lavande

Colonne Sonore - Ennio Morricone
enviadop/andré

terça-feira, 9 de setembro de 2008

SORRIA...

o "POVO BRASILEIRO" merece...
enviado p/lala

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

COISAS QUE A VIDA ENSINA DEPOIS DOS 40:




Amor não se implora, não se pede, não se espera...
Amor se vive ou não.
Ciúme é um sentimento inútil.
Não torna ninguém fiel a você.
Animais são anjos disfarçados,
mandados à Terra por Deus para mostrar ao homem
o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz,
não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você,
vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Água é um santo remédio.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras,
é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim,
existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor
e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
A música é a sobremesa da vida.
Acreditar, não faz de ninguém um tolo.
Tolo é quem mente...
Filhos são presentes raros.
De tudo, o que fica é o seu nome
e as lembranças a cerca de suas ações.
Obrigado, desculpe, por favor;
são palavras mágicas,
chaves que abrem portas para uma vida melhor.
O amor... Ah, o amor!!
O amor quebra barreiras,
une facções, destrói preconceitos,
cura doenças.
Não há vida decente sem amor!
E é certo, quem ama, é muito amado.
E vive a vida mais alegremente.
(A.D)

domingo, 7 de setembro de 2008

Roda Viva - Chico Buarque ~1967~




"tem coisa mais bizarra que as voltas que o mundo dá???"







Festiva de Musica Brasileira 1967

Composição: Chico Buarque


Tem dias que a gente se sente

como quem partiu ou morreu


A gente estancou de repente


Ou foi o mundo então que cresceu...


A gente quer ter voz ativa


No nosso destino mandar


Mas eis que chega a roda viva


E carrega o destino prá lá ...

Roda mundo, roda gigante

Roda moinho, roda pião


O tempo rodou num instante


Nas voltas do meu coração...


A gente vai contra a corrente


Até não poder resistir


Na volta do barco é que sente


O quanto deixou de cumprir

Faz tempo que a gente cultiva


A mais linda roseira que há


Mas eis que chega a roda viva


E carrega a roseira prá lá...


Roda mundo, roda gigante


Roda moinho, roda pião


O tempo rodou num instante


Nas voltas do meu coração...


A roda da saia mulata


Não quer mais rodar não senhor


Não posso fazer serenata


A roda de samba acabou...


A gente toma a iniciativa


Viola na rua a cantar


Mas eis que chega a roda viva


E carrega a viola prá lá...


Roda mundo, roda gigante


Roda moinho, roda pião


O tempo rodou num instante


Nas voltas do meu coração...


O samba, a viola, a roseira


Que um dia a fogueira queimou


Foi tudo ilusão passageira


Que a brisa primeira levou...


No peito a saudade cativa


Faz força pro tempo parar


Mas eis que chega a roda viva


E carrega a saudade prá lá ...


Roda mundo, roda gigante


Roda moinho, roda pião


O tempo rodou num instante


Nas rodas do meu coração...(4x)


sábado, 6 de setembro de 2008

CRÔNICA DA LOUCURA




O melhor da Terapia

é ficar observando os meus colegas loucos.

Existem dois tipos de loucos.
O louco propriamente dito
e o que cuida do louco:
o analista, o terapeuta, o psicólogo e o psiquiatra.
Sim, somente um louco pode se dispor a ouvir
a loucura de seis ou sete outros loucos todos os dias,
meses, anos.
Se não era louco, ficou.
Durante quarenta anos, passei longe deles.
Pronto, acabei diante de um louco,
contando as minhas loucuras acumuladas.
Confesso, como louco confesso,
que estou adorando estar louco semanal.
O melhor da terapia é chegar antes,
alguns minutos, e ficar observando os meus colegas loucos
na sala de espera.
Onde faço a minha terapia é uma casa grande
com oito loucos analistas.
Portanto,
a sala de espera sempre tem três ou quatro ali,
ansiosos,
pensando na loucura que vão dizer dali a pouco.
Ninguém olha para ninguém.
O silêncio é uma loucura.
E eu, como escritor,
adoro observar pessoas, imaginar os nomes,
a profissão, quantos filhos têm,
se são rotarianos ou leoninos,
corintianos ou palmeirenses .
Acho que todo escritor gosta desse brinquedo,
no mínimo, criativo.
E a sala de espera de um "consultório médico",
como diz a atendente absolutamente normal
(apenas uma pessoa normal lê tanto Paulo Coelho como ela),
é um prato cheio para um louco escritor como eu.
Senão, vejamos:
Na última quarta-feira, estávamos eu,
um crioulinho muito bem vestido,
um senhor de uns cinquenta anos e uma velha gorda.
Comecei, é claro,
imediatamente a imaginar qual seria o problema de cada um deles?
Não foi difícil,
porque eu já partia do principio que todos eram loucos,
como eu.
Senão, não estariam ali,
tão cabisbaixos e ensimesmados.
O pretinho, por exemplo.
Claro que a cor, num país racista como o nosso,
deve ter contribuído muito para levá-lo
até aquela poltrona de vime.
Deve gostar de uma branca,
e os pais dela não aprovam o casamento, pensei.
Ou será que não conseguiu entrar como sócio
do "Harmonia do Samba"?
Notei que o tênis estava um pouco velho.
Problema de ascensão social, com certeza.
O olhar dele era triste, cansado.
Comecei a ficar com pena dele.
Depois notei que ele trazia uma mala.
Podia ser o corpo da namorada esquartejada lá dentro.
Talvez apenas a cabeça.
Devia ser um assassino,
ou suicida, no mínimo.
Podia ter também uma arma lá dentro.
Podia ser perigoso.
Afastei-me um pouco dele no sofá.
Ele dava olhadas furtivas para dentro da mala assassina.
E o senhor de terno preto, gravata,
meias e sapatos também pretos?
Como ele estava sofrendo, coitado.
Ele disfarçava, mas notei que tinha um pequeno tique
no olho esquerdo.
Corno, na certa. E manso.
Corno manso sempre tem tiques.
Já notaram?
Observo as mãos.
Roía as unhas.
Insegurança total, medo de viver.
Filho drogado?
Bem provável.
Como era infeliz esse meu personagem.
Uma hora tirou o lenço e eu já estava esperando
as lágrimas quando ele assoou o nariz violentamente,
interrompendo o Paulo Coelho da outra.
Faltava um botão na camisa.
Claro, abandonado pela esposa.
Devia morar num flat, pagar caro,
devia ter dúvidas astronômicas.
Homossexual?
Acho que não.
Ninguém beijaria um homem com um bigode daqueles.
Tingido.
Mas a melhor,
a mais doida,
era a louca gorda e baixinha.
Que bunda imensa.
Como sofria, meu Deus.
Bastava olhar no rosto dela.
Não devia fazer amor há mais de trinta anos.
Será que se masturbaria?
Será que era esse o problema dela?
Uma velha masturbadora?
Não!
Tirou um terço da bolsa e começou a rezar.
Meu Deus, o caso é mais grave do que eu pensava.
Estava no quinto cigarro em dez minutos.
Tensa.
Coitada.
O que deve ser dos filhos dela?
Acho que os filhos não comem a macarronada
dela há dezenas e dezenas de domingos.
Tinha cara também de quem mentia para o analista.
Minha mãe rezaria uma Salve-Rainha por ela,
se a conhecesse.
Acabou o meu tempo.
Tenho que ir conversar com o meu psicanalista.
Conto para ele a minha "viagem" na sala de espera.
Ele ri, ri muito, o meu psicanalista.:
"- O Ditinho é o nosso office-boy.
O de terno preto é representante de um laboratório multinacional
de remédios lá no Ipiranga
e passa aqui uma vez por mês com as novidades.
E a gordinha é a Dona Dirce, minha mãe....
E você....

não vai ter alta tão cedo!!!!!!!"


Mario Prata

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

ter tempo é ter prioridade...




SABER DIZER NÃO !

'Eu não sirvo de exemplo para nada,
mas, se você quer saber se isso é possível,
me ofereço como piloto de testes.
Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.
Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer,
como boa profissional,
mãe e mulher que também sou:
trabalho todos os dias, ganho minha grana,
vou ao supermercado três vezes por semana,
decido o cardápio das refeições,
levo os filhos no colégio e busco,
almoço com eles,
estudo com eles,
telefono para minha mãe todas as noites,
procuro minhas amigas,
namoro, viajo, vou ao cinema,
pago minhas contas,
respondo a toneladas de e-mails,
faço revisões no dentista,
mamografia,
caminho meia hora diariamente,
compro flores para casa,
providencio os consertos domésticos,
participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão
e ainda faço escova toda semana
- e as unhas!
E, entre uma coisa e outra,
leio livros.
Portanto, sou ocupada,
mas não uma workaholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja,
aprendi duas coisinhas
que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa
por dizer NÃO.
Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero.
Pois inclua na sua lista
a Culpa Zero.
Quando você nasceu,
nenhum profeta adentrou a sala da maternidade
e lhe apontou o dedo dizendo
que a partir daquele momento você seria modelo
para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite,
não tiveram essa expectativa:
tudo o que desejaram é que você
não chorasse muito durante as madrugadas
e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente,
uma mulher.
E, se não aprender a delegar,
a priorizar
e a se divertir,
bye-bye vida interessante.
Porque vida interessante não é ter a agenda lotada,
não é ser sempre politicamente correta,
não é topar qualquer projeto por dinheiro,
não é atender a todos
e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.
É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga
que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro
que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente,
para descobrir que você pode ser
perfeitamente organizada
e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência
não é contabilizada por um relógio de ponto
ou pela quantidade de memorandos virtuais
que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor,
e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga.
Acredita que,
se não for super,
se não for mega,
se não for uma executiva ISO 9000,
não será bem avaliada.
Está tentando provar não-sei-o-quê
para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma,
privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida,
ótimo!
Nada é mais elegante,
charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy
e muito mais livre para ir e vir.
Desde que lembre de separar
alguns bons momentos da semana
para usufruir essa independência,
senão é escravidão,
a mesma que nos mantinha
trancafiadas em casa,
espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo.
Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada,
o hotel decorado pelo Philippe Starck
e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo
para ter tudo isso,
francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha,
uma pousadinha rústica à beira-mar
e o rosto lavado
(ok, esqueça o rosto lavado)
podem ser prazeres cinco estrelas
e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é,
afinal, uma vida interessante'.


Martha Medeiros publicado na Revista do O Globo
enviado p/Dora

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

enquanto sopram os ventos...




Conta-se que, há muito tempo,

um fazendeiro possuía muitas terras

ao longo do litoral do Atlântico.
Horrorosas tempestades varriam aquela região extensa,
fazendo estragos nas construções e nas plantações.
Por esse motivo, o rico fazendeiro estava,
constantemente, a braços com o problema de falta de empregados.
A maioria das pessoas estava pouco disposta

a trabalhar naquela localidade.
As recusas eram muitas,
a cada tentativa de conseguir novos auxiliares.
Finalmente, um homem baixo e magro,

de meia-idade, se apresentou.
- Você é um bom lavrador? Perguntou o fazendeiro.

- Bom, respondeu o pequeno homem,
eu posso dormir enquanto os ventos sopram.
Embora confuso com a resposta,
o fazendeiro, desesperado por ajuda, o empregou.
O pequeno homem trabalhou bem ao redor da fazenda,
mantendo-se ocupado do alvorecer ao anoitecer.
O fazendeiro deu um suspiro de alívio,

satisfeito com o trabalho do homem.
Então, numa noite, o vento uivou ruidosamente,
anunciando que sua passagem

pelas propriedades seria arrasadora.
O fazendeiro pulou da cama, agarrou um lampião
e correu até o alojamento dos empregados.
O pequeno homem dormia serenamente.
O patrão o sacudiu e gritou:
- Levante depressa!
Uma tempestade está chegando.
Vá amarrar as coisas antes que sejam arrastadas.
O empregado se virou na cama e calmo, mas firme, disse:
- Não, senhor. Eu não vou me levantar.
Eu lhe falei: posso dormir enquanto os ventos sopram.
A resposta enfureceu o empregador.
Não estivesse tão desesperado

com a tempestade que se aproximava,
ele despediria naquela hora o mau funcionário.
Apressou-se a sair para preparar, ele mesmo,
o terreno para a tormenta sempre mais próxima.
Para seu assombro,
ele descobriu que todos os montes de feno tinham sido cobertos
com lonas firmemente presas ao solo.
As vacas estavam bem protegidas no celeiro,
os frangos estavam nos viveiros
e todas as portas muito bem trancadas.
As janelas estavam bem fechadas e seguras.
Tudo estava amarrado.
Nada poderia ser arrastado.
Então, o fazendeiro entendeu o que seu empregado quis dizer.
Retornou ele mesmo para sua cama para também dormir,
enquanto o vento soprava.
"Enquanto o dia sorri,
faz sol em sua vida,
fortifique-se, prepare-se de tal forma que,
ao chegarem as tsunamis,
soprarem os ventos
e a borrasca lhe castigar,
você continue firme, sereno."

enviado p/ Oreia

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

faça um giro 360º - Restaurant: Blue Moon

faça um giro 360ª.
Visualize o teto!!!

Clique e MOVIMENTE O MOUSE
(sempre apertado) para visualizar e
quando quiser parar para conferir os detalhes,
basta soltar.
Movimente para cima e para baixo,
para esquerda e direita, etc...
Restaurant: Blue MoonAddress:
Pumacahua 2520, LinceLima - Peru - South America
Opening hours 12:00 to 23:00

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Devíamos OUVIR todos os dias...

pra sentir que o povo brasileiro pode ter "VITÓRIA" sempre...

Roupa Nova - Tema da Vitória

Esta canção a principio foi feita para o Nelson Piquet ,
depois toda a genialidade de Ayrton Senna
roubou a cena e o resto da historia vcs já sabem....

(talvez fosse esse o motivo da bronca que o Piquet tinha do Senna).

"É um verdadeiro hino de cidadania,
que findou com a prematura morte de Ayrton Senna."

foi enviado pela Oreia

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

ser pai de menina é assim...

Sprite Commercial,

with the song To Love Somebody-By the Bee Gees

enviado por Ana Lins